FONTE PROCESSUAL // POEMA TIPO-TETRIS
A partir de leituras e reflexões sobre o Poema//Processo, como movimento anti-literário que proporcionasse vários sentidos de leitura, a família processual chegou ao resultado da criação de uma fonte tipográfica e da construção de poemas. Principalmente exigiu, não ser mais uma "pixelfonte de difícil leitura", utilizada apenas por seus criadores, segundo, atender aos requisitos do Poema//Processo, não como filha obediente mas como neta contemporânea de si mesma. Assim a "família processual", parte da construção, projetos e poemas numa perspectiva anti-literária, sem compromisso significante com a palavra, o que coloca o poema tipo-tetris, num jogo-projeto em que o leitor co-autor, é o responsável pela construção do poema e em que o poema é o próprio referente "como seria do gosto do poeta Wlademir Dias-Pino", nas palavras cúmplices dessa família gráfica de BH: Vicente Pessôa, Leo Martins e Tiago Porto que pode ser encontrada em:
www.processual.vai.la





















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